Antidepressivos dobram as chances de suicídios

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Drogas que deveriam curar problemas psiquiátricos podem estar fazendo justamente o contrário

Um artigo publicado no periódico Psychotherapy And Psychosomatics – mais importante publicação de Psiquiatria do Reino Unido – revelou que as pessoas que utilizam antidepressivos para tratar depressão têm 250% a mais de chances de tentar o suicídio.

Segundo os responsáveis pelo estudo, é imprescindível que os médicos expliquem aos pacientes todos os riscos envolvidos nesse tipo de medicação, inclusive ao parar de tomá-la bruscamente, pois, de acordo com eles, pode motivar o suicídio.

Opinião de um especialista em antidepressivos

Em entrevista ao jornal britânico Daily Mail, o psiquiatra Peter Gorgon questiona a publicação do Psychotherapy And Psychosomatics pois, conforme explica, essa informação está atrasada, visto que os antidepressivos vêm se popularizando e causando prejuízos há mais de 20 anos.

O próprio dr. Gorgon é vítima dessas drogas. Seu problema teve início no nascimento do filho. Sem dormir bem por vários dias, dr. Gorgon desenvolveu ansiedade. Na época ele era estudante de Psiquiatria e aceitou a prescrição de um profissional mais velho: tomar antidepressivos.

A partir daí foram várias tentativas de largar a droga. A cada nova tentativa, novos sintomas surgiam. Tremores nas mãos, suores, zumbidos no ouvido, dores de cabeça e até mesmo alucinações.

“Eu tentei trocar de remédios, diminuir a dose e parar de vez, mas estou preso aos antidepressivos”, declarou ele. “Após anos ingerindo o medicamento tentei parar, mas meu humor foi prejudicado de uma maneira que eu nunca havia experimentado antes. Eu comecei a ter pensamentos suicidas”.

O psiquiatra perseguido

Após anos sofrendo para se livrar dos antidepressivos, o dr. Peter Gorgon passou a fazer campanhas alertando sobre os riscos desses medicamentos. Entretanto, em vez de dar atenção à sua experiência, colegas de profissão menosprezam e marginalizam dr. Gorgon. Alguns deles chegam a afirmar que a sanidade do psiquiatra está comprometida.

Essa resistência existe, em grande parte, porque a indústria farmacêutica ganha muito dinheiro vendendo antidepressivos. Somente os brasileiros gastam mais de R$ 1 bilhão por ano com esses medicamentos. No mundo inteiro é impossível mensurar o lucro das grandes empresas fabricantes.

Essas mesmas empresas, inclusive, patrocinam estudos sobre o tema. Assim é comum ler que novos antidepressivos fazem bem; mas é raro ler os riscos que correm os consumidores. Elas também visitam consultórios e faculdades de Psiquiatria, demonstrando “as maravilhas causadas pelos antidepressivos”.

“Pela minha experiência, eu acredito que antidepressivos podem aumentar o risco de suicídio por causarem enormes mudanças no comportamento, especialmente quando as pessoas estão começando a tentar largar os remédios”, afirma dr. Gorgon. “Mas médicos e cientistas profissionais insistem em ignorar isso. Só posso chamar esse comportamento de cegueira voluntária”.

Abra seus olhos

Para não ser vítima desse grande mal, é preciso, também, entender o que é a depressão do ponto de vista espiritual. Às vezes, a pessoa foca apenas no tratamento do corpo, do físico, mas é a alma que necessita de um socorro urgente.

Em recente reunião realizada no Templo de Salomão, em São Paulo, o Bispo Edir Macedo explicou:

“Quando uma pessoa tem depressão é a alma dela que está sendo sufocada de tristeza, de angústia, de mágoa, de ódio”.

Dessa maneira, é infrutífero tratar apenas o corpo. Portanto, é preciso tratar a própria alma. E a única maneira eficiente de fazer isso é entregando-se a Deus.

“Quando nós depositamos a nossa fé, a nossa confiança, a nossa vida na Palavra de Deus, nós ficamos abrigados sob as asas do Altíssimo. E aí, quando você está abrigado sob as asas do Altíssimo, onde quer que você estiver, lá estará Deus. E não haverá mais depressão, ansiedade ou ódio”.

Todas as sextas-feiras, na Universal, acontece a Reunião para Cura da Depressão. O encontro é realizado, especialmente, ao meio-dia. Mas também acontecem reuniões às 7h, 10h, 15h e 21h. Se você, algum amigo ou familiar sofre com a depressão, participe desta reunião especial.

Conheça a Universal mais perto de si.

Fonte: Universal.org