Cada vez mais, a sociedade associa a liberdade à inexistência de limites e à concretização de todas as vontades individuais

“A vida é minha, por isso, faço o que quero e bem me apetecer”; “Ninguém me diz o que posso ou não fazer”; “Vou fazer o que o meu coração me diz”; ou ainda “O mais importante é ser feliz”. Quem é que nunca ouviu ou até já proferiu frases semelhantes?!? Na verdade, quase todos nós! Mas, qual o preço que tem vindo a ser pago por tanta autonomia e tanto poder de escolha? Depressão, ansiedade, vazio interior, frustrações, conflitos familiares, ‘guerrinhas’ individuais, vícios… ou seja, uma sociedade sem paz e incapaz de saber o que é a verdadeira felicidade.

CORAÇÃO

Ser livre é obedecer a todos os desejos do coração, este é, afinal, um dos maiores enganos da era moderna. Senão, vejamos dois simples exemplos: o de alguém que se deixa controlar pela raiva e que, após uma simples crítica, discute, explode e acaba até por agredir outra pessoa; e o de alguém que é impetuoso, que responde sem pensar e que toma decisões precipitadas, atitudes que poderão trazer graves consequências. A verdade é que nem todos os desejos conduzem ao bem e cabe a cada um de nós não se deixar comandar pelas próprias emoções.

LIMITES

Ser disciplinado, aprender a dizer “não” para si mesmo e não ultrapassar determinados limites é algo que exige sacrifício pessoal, mas que nos capacita para fazermos as escolhas certas. Na Sua Palavra, Deus ensina-nos a fazer o que é certo, a ter domínio próprio e a pensar nas consequências, pois, somente assim poderemos ser verdadeiramente livres. Será preciso coragem para viver de acordo com os princípios Divinos, mas, esse é o caminho que produz os melhores resultados.

Fonte: Folha de Portugal

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