Uma dor dilacerante fruto de um sentimento esmagador é desta forma que muitos definiriam o sofrimento causado pelas rejeições da vida
“Será que, algum dia, alguém me vai aceitar e amar?”, é esta a questão que muitos se colocam dia após dia, sem conseguirem acreditar que é possível lidar e ultrapassar as marcas deixadas pela rejeição. Seja o abandono físico ou a ausência dos progenitores, as comparações entre irmãos, a preferência no lar, a separação dos pais, a exclusão social, o abuso físico ou psicológico, o bullying escolar ou o fim de relações, tudo pode contribuir para a criação dessas feridas emocionais que muitos escondem e carregam pela vida fora.
SINAIS:
*Necessidade constante de aprovação
*Sensibilidade exagerada às críticas
*Medo de ser abandonado
*Dificuldade em aceitar um NÃO
*Sentimento persistente de inferioridade
*Incapacidade de confiar nos outros
*Receio de se relacionar
*Necessidade de agradar a todos
*Autossabotagem
*Dificuldade em reconhecer o próprio valor
NEUROCIÊNCIA E FÉ
Investigações revelam que a rejeição social causa não apenas sofrimento emocional, mas também dor física. Mas, de nada adianta tentar fugir, pois, a verdadeira cura começa quando a pessoa decide enfrentar a origem dessa dor, não permitindo que esta defina a sua identidade, nem que sejam os outros a determinar o seu valor. Precisamos, então, de aprender a vermo-nos como Deus nos vê: amados (Romanos 8.38-39), conhecidos pelo nosso nome (Isaías 43.1), chamados para um propósito (Efésios 2.10) e aceites por Ele (1.5-6).
Fonte: universal.org
Fonte: Folha de Portugal
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