Depois de uma infância e adolescência atribuladas, Mafalda acreditava que nunca iria ser uma mulher realizada e feliz

O facto de crescer num lar onde existia violência, marcou a vida de Mafalda, levando-a a olhar para os rapazes como se fossem todos iguais e a nunca priorizar a sua vida sentimental, “pois não queria sofrer, nem passar o que vi e vivi dentro de casa”.
Para as outras pessoas, Mafalda aparentava ser uma pessoa alegre e feliz, “mas quando estava sozinha, fechava-me no quarto e chorava. Achava que não era, nem nunca iria ser feliz e que eu era o problema de tudo o que estava a acontecer”.
Durante a adolescência, Mafalda afastou-se de Deus e da Universal, passando a fazer as coisas à sua maneira, sem regras. “Por conta do sofrimento, passei a usar a mentira como escape, a fumar às escondidas e a experimentar bebidas, mas tudo isso trazia-me ainda mais peso. No fundo, tinha consciência que estava a entrar num caminho que não me iria trazer nada de bom no futuro. Mas sentia-me confortável e sem coragem de mudar, embora estivesse a sofrer”.

SINCERIDADE

Foi cheia de traumas, frustrações e cansada de viver, que Mafalda chegou de verdade a Deus. “Através da sinceridade, Ele aceitou-me e recebeu-me como filha. Foi nesse momento que passei a ver a vida com outros olhos, conquistei a paz e o gosto de viver, venci os traumas e as frustrações”.
Nas reuniões do AutoAjuda, dedicadas às mulheres, Mafalda aprendeu muitas coisas que a ajudaram nas suas batalhas, a ver-se como uma mulher diferente e uma esposa. “A mulher que antes não acreditava no casamento e numa família feliz, agora, é casada e temos uma filha linda. Hoje, posso ser uma mãe, uma esposa e uma mulher de Deus a edificar um lar. Na minha casa, existe paz, respeito, compreensão e felicidade.

Agora, sou feliz e realizada, pois, tenho o principal e o mais valioso, o Espírito Santo, que transformou toda a minha vida e a minha história”.

Mafalda Lopes

Fonte: Eu era assim

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