Tem um objeto que lhe ‘dá sorte’? Sempre que sai da cama é com o pé direito? Tem medo dos azares que a sexta-feira 13 lhe pode trazer?
ENTÃO, VOCÊ É SUPERSTICIOSO!
É natural que a grande maioria negue ser, até porque a principal característica da superstição é a irracionalidade, para além da ausência de fundamento científico. Mas, então, por que motivo batemos na madeira quando algo negativo é dito para não atrair a sua concretização ou quando vemos uma carrinha funerária devemos procurar de imediato algo de cor verde?
VERDADE ESCONDIDA
Muitas vezes baseada em tradições populares, associada a uma forma de pensar sobrenatural, a superstição, na verdade, tem o intuito de tentar controlar as incertezas e de reduzir ansiedades. Sorte, azar, catástrofes… as superstições são tão antigas quanto a humanidade. Cada povo tem as suas, até mesmo dentro do mesmo país. Por exemplo, a comunidade cigana não gosta, particularmente de sapos, evitam-nos, pois na língua romani, a palavra “beng” significa tanto sapo como diabo. De onde as superstições vêm ninguém sabe ao certo, mas, a realidade é que estão de tal forma enraizadas que é impossível para muitos verem um gato preto e não tentar evitá-lo…
DESCONSTRUIR MITOS
Será a superstição o irracional em que todos, no fundo, acreditam? Tudo leva a crer que sim, pois ainda que pareça inofensivo, não deixa de ser uma convicção equivocada e que pode impedir uma fé irrestrita em Deus. A realidade é que, quando depositamos a nossa crença em amuletos ou rituais, acabamos por transferir uma confiança que deveria ser exclusiva em Deus para objetos ou práticas. Acreditar ou praticar as superstições é normalizar o erro, criando brechas que atuarão nas vidas dos mais desatentos.
“Tende cuidado, para que ninguém vos faça presa sua, por meio de filosofias e vãs sutilezas, segundo a tradição dos homens, segundo os rudimentos do mundo, e não segundo Cristo” (Colossenses 2.8).
Não fique refém de superstições!
Para não ficar à mercê da sorte ou do azar, só existe um caminho: conhecer a Deus e crer n’Ele sem reservas nem distrações. Consequentemente, isso também significa abandonar as superstições, vigiar para não cair nas brincadeiras que normalizam brechas para o mal agir, ler e meditar na Palavra de Deus, obedecer aos Seus ensinamentos e viver em retidão.
Fonte: Eu era assim
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