Basta olharmos à nossa volta ou ouvirmos os noticiários para vermos o quanto o mundo vai mal
E está mal em qualquer lugar. Está mal aqui e está mal aí. Os problemas mudam dependendo do lugar, mas eles sempre pressionam, esmagam e causam sofrimento.
Ontem, no final da tarde, ao observar algumas pessoas numa praça pequena em Alvalade — uma região tranquila aqui em Lisboa — à minha frente, um jovem com agasalho, toca e luvas de lã em pleno verão. Ele andava de forma desequilibrada e alheio a tudo ao seu redor. Com um olhar um pouco à frente, vi nas escadarias do Mercado Municipal, dois homens com as suas garrafas de bebidas e recorrendo a estupefacientes. No meio disso, no parque infantil uma criança brincava solitária na areia enquanto a sua mãe não tirava os olhos do telemóvel. Alguns transeuntes passavam com os seus sacos de compras e outros corriam para algum destino, mas ninguém via ninguém.
Parece que a vida segue o seu curso, mas, não. As pessoas estão com os seus pés na estrada que vai para o sul, mas esperam chegar ao norte. Sim, ensinaram “segredos” para alcançar a tão sonhada felicidade, mas, eles deveriam ser abandonados, porque, quem hoje é realmente feliz? Podemos não querer ver este mundo de dores; podemos ser seletivos nos noticiários e até ignorar tragédias que acontecem num outro país, mas, o sofrimento nos cerca por toda a parte. Ele está na nossa escola, no nosso trabalho, na nossa igreja, na nossa casa e, quem sabe, ele grita até na própria alma!
Não é uma visão negativa dos factos, porém, não há perspetiva de o mundo melhorar. Aliás, tudo se deteriora a passos larguíssimos. Mas, nós podemos estar bem e podemos ajudar outros também.
A chave da felicidade e da paz interior é simples e democrática para que todos a tenham: Jesus. Uma caminhada real e diária com Ele muda tudo em nós.
Quanto ao mundo… Não deixemos de ver o sofrimento e não baixemos as mãos para ajudar. Você consegue ver a dor à sua volta?
Núbia Siqueira
Fonte: Eu era assim
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