Como uma infeção que se espalha pelo corpo e vai revelando sintomas, assim atuam as más notícias das quais nos alimentamos a todo o momento

São curtas, o seu conteúdo é de origem duvidosa, mas quase sempre negativo. E quem as vê diz não conseguir controlar o seu consumo. Falamos das más notícias, que se espalham como um rastilho de pólvora, explodindo na mente humana. Existe um conhecido ditado que diz “a miséria adora companhia” e talvez aqui resida a explicação para o motivo de o ser humano (sem que o confesse publicamente) se sinta “confortado” com más notícias. “Não é só a minha vida que está má… não sou eu apenas que estou a sofrer…”, só que, quando procuramos sucessivamente este tipo de informação, o resultado pode ser catastrófico, especialmente para a saúde mental.

FRAQUEZA OU PREGUIÇA?

Muitos querem acreditar que se trata de falta de força de vontade ou até de preguiça, mas, a realidade é que tanto as redes sociais ou plataformas estão construídas de forma a manter a pessoa presa a um ciclo de emoções como o medo, a raiva, a indignação ou o drama. O nosso cérebro tem uma inclinação natural para a negatividade, conhecida como o viés da negatividade. Mas isso não significa que nada pode ser feito para travar este ciclo que tem vindo a envenenar o seu cérebro. Então, pare agora! Seria muito fácil dizer, mas quase impossível de cumprir.

VOCÊ MERECE MAIS!

A solução reside em alimentar a mente e a alma com aquilo que ela realmente procura: dopamina, controlo, distração e conexão. Conselhos? Temos alguns que têm tido efeitos benéficos como: fazer uma pausa de 5 minutos; se tiver de ver vídeos, assista a conteúdo positivo, relaxante e de fonte segura; ligue a um amigo (se não se lembrar de ninguém e se sentir só, o SOS Espiritual está 24h disponível para o escutar); mova-se, literalmente, pois o movimento físico fará o reset do seu sistema nervoso; cozinhe, pinte, escreva… faça qualquer coisa que estimule o seu lado criativo. Ou seja, procure formas de aliviar o peso mental que tem carregado. E não será de um dia para o outro, mas se começar, as mudanças serão visíveis!

Fonte: Eu era assim

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