Lemos na passagem bíblica de Hebreus 5.9: “E, sendo Ele consumado, veio a ser a causa da eterna salvação para todos os que Lhe obedecem”. Neste trecho, compreendemos que Jesus aprendeu a obediência através do sofrimento, sacrificando-Se, morrendo e ressuscitando ao terceiro dia. Por causa dessa entrega, hoje temos a oportunidade da salvação eterna.
Trata-se de algo que não se limita a momentos, dias, anos ou à resolução de problemas temporais, mas da salvação da alma. Essa salvação é oferecida a todos os que Lhe obedecem. Por isso, não basta apenas declarar uma crença em Deus se não houver obediência à Sua Palavra. A crença só tem valor quando é acompanhada pela obediência.
A fé que leva à obediência deve existir continuamente. A Palavra de Deus não falha, nem volta vazia. Quando há obediência, os benefícios surgem como consequência natural. Esta é a fé que agrada a Deus. Foi a mesma fé vivida por Abraão, Isaque, Israel, Davi e por todos os profetas e apóstolos que permaneceram fiéis até ao fim.
Manter-se em obediência a Deus não é uma decisão movida pelo sentimento ou pela busca de milagres, mas sim uma escolha racional de fazer a vontade do Altíssimo. Vemos um exemplo disso no episódio dos dez leprosos curados por Jesus (Lucas 17.11-19). Embora todos tenham recebido a cura, apenas um retornou a Ele, o que demonstrou uma escolha consciente de obediência.
Portanto o cristão não deve se iludir apenas com as bênçãos de Deus, mas permanecer obediente mesmo no meio das tribulações. A decisão de perseverar na obediência resulta na colheita da salvação eterna. É a obediência à Palavra de Deus que revela a fé que verdadeiramente salva.
Bispo Macedo
Fonte: Folha de Portugal
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