Fazer o balanço de um percurso de sofrimento e terminar a agradecer não será para todos, mas para Lorrany foi assim…
A dor de Lorrany começou na infância, marcada por um abuso que destruiu a sua inocência e a mergulhou na depressão. “Aos 14 anos tentei acabar com a minha vida — e esse vazio acompanhou-me por muitos anos. Procurei alívio no álcool, nas drogas, em relacionamentos…, mas nada preenchia o meu buraco interior. Mudei de país, ganhei dinheiro, aparentava estar bem, mas, por dentro só piorava”, relata.
GRATA
O divisor de águas foi quando a jovem aceitou o convite da tia para ir à Universal. “Na primeira reunião consegui dormir, algo que há muito não acontecia. Continuei a ir, com esperança, e decidi perdoar quem me feriu. Quando recebi o Espírito Santo, encontrei o amor e a paz que procurei a vida inteira. Nesse dia, fiz de Deus o meu Pai. Hoje sou completa, forte, feliz. Não porque não tenho lutas, mas porque já não estou sozinha. Deus é comigo e isso basta!”, garante.
Lorrany Alves
Fonte: Eu era assim
Artigos relacionados
Sente-se (sempre) um “peixe fora d’água”?
Sentir-se aceite é um princípio básico para o ser humano viver bem, feliz e ter uma boa saúde
Sufocados pelos problemas…
O desespero por dormir tem afetado cada vez mais pessoas e grande parte sofre em silêncio com esse



