Conflitos e divergências familiares caracterizavam o lar de Solange, cuja família sofria os efeitos de um trabalho de bruxaria
Para agravar o seu já precário ambiente familiar, o pai de Solange também era dependente de álcool, fator que a levou a tornar-se mais isolada e triste. “Sofri a perda de um ente muito querido, que faleceu com um grave problema de saúde, e foi aí que a minha vida desmoronou completamente. Senti como se o meu mundo tivesse acabado, pois era uma pessoa muito importante na minha vida”.
MÃE SUICIDA
Foi a partir desse momento que a família de Solange perdeu a frágil estrutura que a mantinha de pé. “A minha mãe ficou depressiva e até tentou o suicídio várias vezes. Ao presenciar tudo, tornei-me ainda mais amarga e angustiada. Passava grande parte dos dias a chorar, não me podiam dizer nada que desabava em lágrimas, era muito sentimental e não gostava de conviver com ninguém”, recorda.
AS DOENÇAS
Como consequência dos problemas emocionais, a saúde de Solange deteriorou-se e começou a sofrer de gastrite crónica. “Várias vezes fui parar ao hospital, ficando com inúmeras restrições alimentares. Foi assim a minha vida até conhecer o trabalho da Igreja Universal. A princípio relutei quando fui convidada, mas, depois cedi e, quando participei na primeira reunião, foi como se o pastor estivesse a falar comigo e sobre a minha vida, sem mesmo me conhecer”, conta a surpresa que sentiu.
O “MAIOR BEM”
Desde esse momento, a transformação começou a ser operada. “A tristeza, mágoa, angústia e opressão não faziam mais parte do meu dia a dia. Vi a minha mãe vencer a depressão e eu também fui curada e liberta de todos os sentimentos que me aprisionavam. A minha vida mudou, como da água para o vinho. Hoje sou uma nova pessoa! Sou feliz, tenho paz interior e, o mais importante, o Espírito Santo, que é o meu maior bem, pois, sem Ele nada sou!”, resume Solange a sua nova vida que, segundo ela, pela fé, qualquer mulher pode conquistar.
Solange Gaspar
Fonte: Eu era assim
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