João e Antónia conhecem a Universal há já 33 anos, depois de terem visto uma transformação nas suas vidas, com a libertação dos vícios. “Os nossos filhos foram criados na Igreja, mas relativamente à nossa filha Ana Paula foi sempre uma luta. Mesmo estando na Igreja desde nova, ela enveredou por maus caminhos, entrou em relacionamentos tóxicos e gostava de ir a festas”.
Por seu lado, Ana revela que desde muito pequena sempre foi muito depressiva e triste. “Era pequena e já sentia um vazio imenso dentro de mim. Nunca acreditei que era amada, apesar de ter sido criada com muito amor e proteção por parte dos meus pais. Na minha cabeça, questionava-me sobre o porquê de ter nascido. Inclusive, aos 9 anos tentei, pela primeira vez, o suicídio, subindo no telhado da minha casa e atirando-me. Fui crescendo, assim, com complexos muito grandes e querendo ser aceite. Fumei o primeiro cigarro com 10 anos, viciando-me facilmente, e, durante a adolescência, comecei a consumir álcool e haxixe”.
SOFRIMENTO
Para os pais de Ana era muito difícil, pois ela não lhes dava ouvidos, mesmo passando por muitas lutas para criar os filhos. “Depois do divórcio, a passar por uma depressão, às vezes, ela ligava a pedir ajuda, porém, queria que fosse tudo do jeito dela”.
Aos fins de semana, Ana deixava os filhos com os seus pais e saía para tentar preencher o vazio. “Numa dessas noites, conheci uma pessoa com a qual rapidamente me envolvi e me juntei em busca da felicidade. Aí, veio o terceiro filho. Mas, esse relacionamento foi ainda pior, pois, vivi traições, agressões físicas e todo o tipo de violência psicológica”.
VIDA RESTAURADA
Os pais de Ana nunca desistiram de lutar pela sua família, sempre apoiados na fé. “No evento da Família ao pé da Cruz, no estádio do Restelo, em 2023, nós convidamo-la, assim como aos filhos. Todos aceitaram o convite, mas, à última da hora, algo impediu a Ana de ir. Fomos com os nossos netos clamar por ela e pela nossa casa. Depois desse clamor, ela voltou para Jesus, entregou-se, batizou-se e foi transformada”.
Hoje, Ana não sofre mais de depressão, nem sente mais o vazio que a fazia consumir álcool e drogas. “Agora, tenho uma vida restaurada, nunca mais tentei suicídio, pois, quero viver. Tenho uma família feliz e, acima de tudo, o Espírito Santo, que é o meu bem mais precioso”. Para os pais de Ana, a sua luta de muitos anos pela filha não foi em vão e, com certeza, valeu a pena colocá-la aos pés da Cruz.
João e Antónia
Ana Paula Mendes
Fonte: Eu era assim
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