Ambos tiveram um percurso de vida atribulado. Mas, hoje, sabem que a sua atual felicidade se deveu a uma entrega total

Não existem vidas perfeitas, mas o aperfeiçoamento da própria existência é possível, mediante cada decisão que tomamos ao longo do caminho. Edgar aprendeu isso da forma mais difícil. Tendo nascido numa família que lhe proporcionou uma infância e adolescência onde nada faltou, isso não impediu que se envolvesse com drogas e más companhias. Vícios, noitadas, desrespeito e até roubo marcaram o seu trajeto.

1º FRACASSO

Mais tarde, Edgar veio a casar, mas a união fracassou, pois os vícios continuavam, acentuando os problemas em casa. Convidado para ir à Universal, assume que conheceu a verdadeira a fé. “Cheguei inseguro, cabisbaixo e desacreditado, porque já tinha tentado resolver o problema dos vícios de todas as maneiras. Foi-nos ensinada a fé que nos faz conquistar”, relembra. E Edgar, através da fé, abandonou os vícios, comprou casa e arranjou emprego. Porém, a sua esposa na altura exigiu que ele escolhesse entre ela e a Igreja, Edgar escolheu a fonte da sua salvação, Jesus.

A PRÓPRIA FORÇA

Sentindo-se humilhado, voltou para casa dos pais. “Comecei a tentar conquistar as coisas pela força do meu braço”, conta, Edgar, que ficou com o trespasse do restaurante dos pais, através do qual conquistou muitas bênçãos, mas não a maior de todas, já que a sua entrega a Deus não tinha sido completa. “Deixei de ir à Igreja e virei as costas a Deus. Ao fim de 7 anos, estava muito pior do que quando cheguei pela primeira vez”, diz o jovem que já tinha voltado aos vícios e perdido tudo.

1º LUGAR

No meio da humilhação, Edgar voltou a frequentar a Igreja, mas, desta vez, decidido a fazer diferente. “Entendi que não iria mais viver a minha vida do meu jeito, mas sim como Deus queria. Quando entreguei a minha vida a Deus e O coloquei em 1º lugar, o restante foi acrescentado” e foi assim que nasceu um novo homem. O batismo com o Espírito Santo foi uma consequência e, aos poucos, tudo começou a mudar.

A CÁTIA

Edgar foi trabalhar para Vila Nova de Gaia, onde conheceu Cátia, que também tinha feito o seu percurso difícil. Desde criança que sentia presenças que a faziam sentir medo de tudo e pânico absoluto. Os complexos de inferioridade eram fruto do abuso que tinha sofrido, vazio que sempre a acompanhou, mesmo depois de conhecer a Universal. “Deixei de ter aqueles medos e traumas e até ganhei alguma autoestima, mas, o vazio ainda estava lá porque eu não me entregava na totalidade”, conta. Mas, foi quando contrariou as suas vontades e se entregou 100% a Deus que foi liberta de todos os problemas e recebeu o Espírito Santo. Hoje casados, são felizes e formaram a sua família, reconhecendo no outro o companheiro que sempre desejaram para a vida.

CÁTIA: “Antes era uma Cátia vazia, triste, sozinha, com medo, mas, hoje, sou uma pessoa que sorri, que convive, que tem uma família abençoada. Nada faz sentido se Deus não vier em primeiro lugar!”

EDGAR: “De depressivo, desempregado, a morar em casa dos pais e fracassado na vida sentimental, hoje sou feliz. Tenho um emprego onde me pagam um salário acima da média, temos o nosso apartamento e um casamento abençoado!”

Cátia e Edgar

Fonte: Folha de Portugal

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