Aos 42 anos, Caetano assume que passou por uma verdadeira mudança interior, que o fez renascer como homem, em todos os sentidos

Fazia escolhas baseadas nas próprias vontades e procurava sempre aquilo que mais lhe agradava, sem pensar nas consequências espirituais que isso poderia acarretar. Era esta a forma de estar na vida de Caetano. “Há cerca de quinze anos conheci uma mulher Namorámos, envolvemo-nos e desse relacionamento nasceu o nosso primeiro filho. Por causa da gravidez, decidimos viver juntos. No entanto, sem Deus no centro da nossa vida, o nosso lar tornou-se um verdadeiro campo de batalha”. Conflitos, desrespeito, agressões verbais e traições de ambas as partes, mas, apesar disso, o casal teve cinco filhos.

VIDA DUPLA

A viver uma vida dupla e cada vez mais distante de Deus, em 2023, Caetano imigrou para Portugal à procura de melhores oportunidades. “Porém, dentro de mim existia um vazio que nada conseguia preencher”. Convidado por um amigo para ir à Universal, Caetano começou a frequentar as reuniões. “Aos poucos, fui aprendendo sobre a fé inteligente e passei a compreender princípios que nunca tinha conhecido antes. Mesmo assim, eu ainda mantinha contacto com amantes, continuando preso aos mesmos erros”, admite. Foi num Jejum de Daniel que Caetano tomou uma importante decisão: “abandonei as redes sociais, pois ficava horas em conteúdos promíscuos, que me afastavam de Deus e comecei a buscar verdadeiramente a salvação”.

180 GRAUS

A transformação real começou quando compreendeu que não podia continuar a fazer a própria vontade e esperar viver a vontade de Deus. “Precisava de escolher entre o caminho fácil, que alimentava os meus desejos, e o caminho certo, que exigia renúncia e obediência”, reflete sobre a postura que o levou a terminar o relacionamento extraconjugal. “Pedi perdão à mãe dos meus filhos e também a perdoei e, a partir desse momento, a minha vida deu uma volta de 180 graus”, confessa. Hoje, casado, com a família reconstruída, recebeu a bênção máxima, o batismo com o Espírito Santo, garantindo que vive numa alegria permanente.

Caetano Fernandes

Fonte: Eu era assim

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