Quando uma relação chega a este momento, nada pode preparar uma pessoa para o que vem pelo caminho…

Quem nunca ouviu falar da “festa do divórcio”? Propagada como um momento tão festivo e digno de registo quanto o casamento, cada vez mais pessoas querem acreditar que se deve festejar o divórcio ainda mais que o matrimónio. Convidados, traje a rigor, comida, bolo e até música… tudo regado com uma aparente alegria de quem acabou de se livrar de boa. Mas, por mais que se queira promover o divórcio como um momento de extrema felicidade, a realidade é que, quando a música termina e a porta de casa se fecha, na solidão deparamo-nos com a frustração inconfundível da relação que terminou.

“QUERO O DIVÓRCIO!”

Ano após ano, esta é a frase mais pronunciada quando acaba a época festiva e um novo ano se inicia. São os próprios advogados de família que têm vindo a registar este fenómeno. Chamam-no de “o pico dos divórcios”, estatuto que revela que em muitos lares o final do ano já foi em jeito de despedida e carregado de um peso que muitos preferem não admitir. “O que fazer para me divorciar?”, já tantas vezes escreveram no seu motor de busca, a par de outras pesquisas, como direitos de parentalidade, procura de casa e tantos outros detalhes para reprogramar a vida.

O PRIMEIRO RECURSO?

Os antigos apontam a facilidade com que a geração atual recorre ao divórcio, algo que não acontecia na sua época. Isso não significa que a sua forma de estar seria a correta, já que muitos casamentos eram pautados pela violência física ou verbal, a infidelidade, falta de amor, entre outros motivos, razões que atualmente também podem estar por detrás do divórcio atual. Talvez, por isso, o divórcio já passou de último para primeiro recurso a ser considerado. Mas, será esta a solução?

Fonte: Folha de Portugal

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