Foi aos 21 que Maria Lúcia decidiu casa, acreditando, como todos que seria o ponto de partida para uma vida feliz

Viciado, mulherengo, com dívidas… era este o perfil da pessoa com quem Maria acabara de casar. “Não havia sustento em casa. Sofria eu, os meus filhos… o meu interior estava um caos”, lamenta. Olhando para trás, ela recorda uma infância feliz, por isso, nunca imaginaria que conheceria a infelicidade depois de casar.

FRACA ‘SORTE’

Foi esta a expressão usada por Maria para descrever os vícios do seu companheiro. “Por esse motivo entrei em profunda depressão. Ele, simplesmente, fazia vida fora de casa. Não tínhamos paz, nem sossego”, lamenta a situação que a levou a procurar caminhos alternativos, como a bruxaria ou as promessas, mas sem resultados. O vício do tabaco veio como uma forma de tentar aliviar a pressão vivida, mas a depressão, assim como todos os problemas continuavam.

O ‘PÃO NOSSO’

Em perfeita desordem interior e exterior, Maria acreditava estar diante do fim. “Para mim, só a morte…”, dizia, numa fase em que só pensava em divórcio. “No fundo, eu não queria isso…”, mas, infelizmente, o casamento terminou, só que os problemas não. O seu ex-marido passava cheques sem cobertura em nome de Maria e até a herança que lhe tinha sido deixada pelos pais acabou por ser hipotecada. Dormir era impossível, não só devido aos problemas, mas também aos vultos e vozes que ouvia, sintomas que já afetavam o filho.

A UNIFÉ

Foi através de um programa da Unifé TV que Maria conheceu a Universal. “Ali encontrei tudo o que precisava. A paz e a tranquilidade foram notórias, seguindo-se o fim do vício. Continuei a ir, pois encontrei o Deus da minha salvação”. O resultado foi a transformação total, com a paz no seio familiar, a cura das doenças, a força interior e física. O Espírito Santo foi o corolário do seu percurso e O que de mais importante tem na sua vida. Hoje uma mulher feliz e realizada, recuperou tudo o que tinha perdido, inclusivamente, o seu bom nome.

Maria Lúcia Gonçalves

Fonte: Eu era assim

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