Sexta-feira da Paixão

Durante cerca de três anos, Jesus percorreu a terra espalhando a Palavra de Deus e preparando discípulos para formar a Igreja. E quando chegou a hora de cumprir a sua missão maior, a de salvar a humanidade, dirigiu-se a Jerusalém, onde foi traído e preso. Na Sexta-feira Santa, Jesus foi julgado pelos líderes religiosos judeus e condenado por blasfémia, tendo sido levado para fora da cidade e crucificado no monte Gólgota, juntamente com dois ladrões.

Os soldados dividiram os seus pertences entre eles e muitos foram aqueles que zombaram d’Ele. Entretanto, o céu ficou escuro e, às três da tarde, da Sexta-feira Santa, Jesus deu um brado e morreu (Marcos 15.37-39). Nesse momento, houve um terramoto, o véu do templo foi rasgado a meio e vários mortos ressuscitaram. No final do dia, José de Arimateia levou o corpo de Jesus e  sepultou-o no seu próprio túmulo (Mateus 27.57-60). Uma grande pedra foi colocada sobre a entrada do túmulo e o corpo ficou lá até domingo, quando Jesus ressuscitou.

Significado

A morte de Jesus na cruz foi a maior prova do amor de Deus por todos nós, pois Ele enviou o Seu único Filho para morrer no nosso lugar. Na cruz, Jesus tomou o nosso lugar e, agora, todos os que crêem n’Ele podem receber o perdão de Deus e a salvação!

Sem a Sexta-Feira Santa, não haveria salvação. Jesus teve de morrer na cruz para que muitos pudessem ganhar a vida eterna. Por isso, nunca nos devemos esquecer do Seu sacrifício!