“Deram-me 90 dias de vida!”

A força da fé de Manuela foi maior do que o medo provocado pelo anúncio de que teria apenas três meses de vida…

Foi durante o banho, ao realizar a palpação do peito, que Manuela percebeu que existia ali algo fora do habitual… Por ter sido sempre saudável, o médico tranquilizou-a e pediu-lhe que fizesse o exame que, eventualmente, viria atestar o que dizia. Mas aconteceu o contrário…

CANCRO

“Quando levei o resultado ao médico, ele, que me tinha tranquilizado de que aquilo não seria nada, ficou perplexo. Pedi-lhe que me dissesse o nome do que eu tinha, pois eu sabia que tinha alguma coisa. Ele disse-me, então, que era cancro da mama, de grau 4, ou seja, muito avançado, agressivo, galopante e que certamente eu já teria metástases.”

90 DIAS?

“Fui intervencionada e, no dia da cirurgia, o cirurgião disse que não me iria tirar a mama. Quando cheguei ao oncologista, este disse-me que o meu caso estava todo errado, que a mama deveria ter sido retirada, pois eu tinha órgãos infetados. Ele decidiu fazer um estudo para ver que tipo de tratamento me deveria aplicar e foi então que constatou que não existiam metástases. Mas, o médico continuou a duvidar e, inclusivamente, chegou a chamar o meu marido e filhos e dizer que eu não teria mais de 90 dias de vida.”

ACREDITAR

“Lembro-me de ter pensado que aquilo não pertencia ao meu corpo e que teria que sair. Não era por ser uma heroína, mas por ter fé. Eu já tinha experimentado o poder de Deus. Na realidade, eu procurei a Igreja devido a um problema de saúde e fui curada. Agarrei-me novamente, pois vi ali uma nova oportunidade de provar que Deus existe e faz milagres. Foi, então, que o milagre começou a acontecer…segui todo o protocolo que manda a ciência, mas sempre com fé. Os resultados foram surgindo e a perplexidade de quem me acompanhava no IPO era cada vez maior, pois as pessoas, simplesmente, não acreditavam que eu estava a caminho da cura. Eu tinha a certeza que iria testemunhar o milagre da cura na minha vida.”

A CURA

“Chegou, então, o dia que o médico disse que o meu corpo estava limpo, que eu estava sanada daquela enfermidade e pude voltar à minha vida normal. A minha vida tem dependido disso, desses milagres, deste Deus que cura, liberta, que restaura vidas e que, sem dúvida alguma, restaurou a minha.”

Manuela