Bispo Edir Macedo e outras três pessoas são absolvidas em processo judicial

No processo, a promotoria apontava crimes de estelionato, lavagem de dinheiro, formação de quadrilha e evasão fiscal

Dez minutos de acusações covardes. Esse foi o tempo que o Jornal Nacional, do grupo Globo, dedicou a atacar injustamente o Bispo Edir Macedo e a Igreja Universal em 2009, quando um processo infundado foi aberto na Justiça de São Paulo.

No processo, a promotoria apontava crimes de estelionato, lavagem de dinheiro, formação de quadrilha e evasão fiscal. A imprensa, acostumada a atacar a fé cristã e o Bispo Macedo, aproveitou o caso para praticar mais agressões. Como pode ser visto na imagem abaixo, o Jornal Nacional mostrou o rosto de pessoas antes que fosse comprovado qualquer crime, constrangendo-as impunemente.

Uma dessas pessoas, foi o vereador João Batista Ramos (São Bernardo do Campo – SP), à época um dos líderes da Universal.

“Meu nome foi citado, porque eu estava como presidente da Universal”, lembra o vereador. “Mas, não houve ninguém que apresentasse, nem sequer uma prova de qualquer indício penal praticado por mim ou pelo Bispo Edir Macedo”, comenta o Bispo.

Mesmo sem provas, as acusações causaram sérios transtornos a todos os envolvidos.

“Meus netos ouviam na escola que o avô deles era ladrão”, lamenta. “Se tratava de uma acusação infundada. Mas a mídia foi me estraçalhar”.

De fato, diversos veículos de imprensa abordaram o caso como se os crimes já tivessem sido provados. A imagem acima mostra a capa do jornal Folha de S. Paulo. Ademais, O Globo, Estadão, Veja e diversos outros noticiários se dedicaram a condenar a Universal e o Bispo Macedo.

Quando a verdade surgiu, quase todos se calaram
Se na época em que o processo foi aberto a imprensa se empenhou tanto a condenar quem ainda era réu, agora, que a Justiça inocentou todos os acusados, pouco ou nada se falou sobre o assunto.

Na última semana, a juíza da 2.ª Vara Federal Criminal de São Paulo, Silvia Maria Rocha, declarou inocência dos réus Alba Maria da Costa e Paulo Roberto Conceição.

Em outubro de 2019, a juíza já tinha declarado extinta a punibilidade em relação ao Bispo Edir Macedo e ao vereador João Batista Ramos (foto ao lado), pois as acusações prescreveram. A advogada da Universal, Adriana Guimarães Guerra explica que, mesmo que não houvesse prescrição, ambos seriam inocentados:

“Prescreveram os crimes. Mas, ainda que não tivesse a prescrição em razão da idade deles, os outros réus foram absolvidos no mérito. Então, não seria diferente a situação do vereador e do Bispo”.

Relembre todo o caso
Em 2009, o Ministério Público do Estado de São Paulo abriu uma investigação contra o Bispo Edir Macedo e mais nove pessoas. Os procuradores afirmavam que pastores e bispos mentiam para obter o dinheiro de fiéis. Depois, enviavam esse dinheiro para outros países e o traziam de volta de maneira ilegal para enriquecer.

Em 2011, a denúncia foi aceita pela Justiça Federal de São Paulo. Mas, já ali, foram excluídos sete réus, por não haver qualquer indício de crimes praticados por eles. Um réu foi adicionado ao processo – Paulo Roberto Conceição. A Justiça também decidiu, já nesse início, que os dizimistas e fiéis da Universal nunca foram enganados.

“O juiz rechaçou crime de estelionato. Entendendo que isso afrontava a própria liberdade de culto, de crença das pessoas”, explica a advogada. “Durante a investigação foram colhidos vários depoimentos, tanto de acusação quanto de defesa. Foram ouvidos em interrogatórios os próprios réus. E agora, ao final, a gente conseguiu a absolvição da Alba e do Paulo, uma vez que a juíza entendeu que não há provas contra eles”.

Ou seja: todas aquelas acusações que o Jornal Nacional fez ao vivo, em horário nobre, foram desmentidas. A Justiça inocentou todos os réus do processo. E, mesmo assim, os poucos jornais que noticiaram o caso querem fazer parecer que o Bispo Macedo é culpado, mas não pode ser punido por sua idade.

“Saiu uma sentença de absolvição e eles continuam colocando como se o Bispo fosse uma pessoa culpada. Dizendo que foi beneficiado pela prescrição, pela idade. Então, você vê que eles são totalmente parciais. Eles não retratam a realidade”.

Quem serve ao Senhor Jesus será perseguido
Um episódio como este é mais uma prova de que há uma incansável luta para difamar uma instituição que, há mais de 40 anos, dedica-se à pregação do Evangelho e aos trabalhos sociais.

Mas o próprio Senhor Jesus alertou que aqueles que O servissem enfrentariam aflições na terra, mas que é imprescindível que todos tenham bom ânimo (veja em João 16:33).

Por isso, dia após dia, a Universal segue avançando. Mesmo em meio às críticas, sem dar atenção às agressões que sofre. A instituição mantém serviços sociais por todo o Brasil e por mais de 100 países onde está presente.

Em 2019, por exemplo, a Universal distribuiu 10 toneladas de alimentos, semanalmente, à população carente. Isso somente no estado de São Paulo. Contando os alimentos doados no mundo inteiro, esse número torna-se incalculável.

Além disso, há um trabalho incansável com mulheres vítimas de abusos, agressões físicas e psicológicas com auxílio de psicólogas e advogadas.

Pessoas privadas de liberdade também recebem amparo da Universal. Milhares de voluntários se dedicam a levar o Evangelho e cursos profissionalizantes a detentos do País. Oferecendo-lhes, assim, uma oportunidade de nova vida.

E há ainda muitas outras atividades sociais desenvolvidas pela Universal. Todas elas, juntas, não caberiam em uma única reportagem.

No entanto, você não verá essas atividades estampando um jornal de grande circulação no País ou em um telejornal em horário nobre. Para eles, o que interessa é a sede de difamar e acabar com a reputação de uma instituição séria e comprometida com o que faz.

Não se deixe levar pelas fake news
A advogada Adriana Guerra orienta que aqueles que ainda têm dúvidas sobre a reputação do Bispo Edir Macedo, bem como da Universal, sempre procurem ouvir o outro lado, pois não é de hoje que o Bispo é perseguido pela grande imprensa.

“Se a gente voltar desde os anos 1990, ele sempre foi apedrejado na mídia. Mas ao longo de todos esses anos, desde 1990, quando praticamente as perseguições se tornaram mais intensas, o Bispo Macedo nunca teve uma condenação. Você percebe que há uma perseguição ferrenha. Se você pegar daquela época para agora vai ver que o Bispo respondeu a todos os processos e ao final de tudo foi absolvido de 100% deles. Se ele foi absolvido, que é o judiciário que está falando isso, que tem competência para falar, a imprensa não tem o que falar. Quem pode falar se ele é culpado ou inocente é a  justiça. E a justiça sempre o inocentou”, destaca.

Outro ponto a analisar, segundo Adriana (foto ao lado), é que não é pensável que uma pessoa enganaria tantas pessoas ao longo de tantos anos em um universo com milhões de fiéis que a igreja tem. Além disso, ninguém fica vivendo enganado por 10, 20, 30 anos dentro de uma igreja, dando as suas ofertas, seus dízimos, se ela não tiver uma contrapartida. “A contrapartida é que Deus abençoa a vida daqueles fiéis. Basta você fazer pequenas conjecturas que você vai verificar que tudo aquilo que é dito sobre ele não procede. E é o contrário. Só que a imprensa não destaca esses pontos positivos. É muito mais fácil você potencializar coisas negativas – e muitas vezes coisas negativas que nem são factíveis – do que você potencializar coisas positivas e que são factíveis”, concluiu.

Mas atenção: se você espera ver detalhes dessa reportagem em alguns minutos do Jornal Nacional, não se iluda, porque isso a Globo não mostra.

Conheça a Universal mais perto de si.

Fonte: Universal.org