7 ex-reclusos aceitam Jesus como o Salvador

Após a liberdade física ser decretada, importa procurar a única e verdadeira forma de ser livre, que é no espírito humano

Após alcançar a liberdade, eis que surge uma das fases mais difíceis para muitos reclusos. Não são poucos os que se deparam com as dificuldades reais daquilo que é viver em sociedade, mas outros já sabem que a verdadeira liberdade, a interior, apenas é alcançada em Cristo e pautada pelos Seus ensinamentos. Tal conhecimento e experiência foram sendo obtidos através do contacto e acompanhamento realizados junto dos reclusos, pela Universal Nas Prisões (UNP).

Para este grupo específico de ex-reclusos, o próximo passo na sua vida será regressar à sua terra natal, o Brasil, estando apenas a aguardar o voo para o seu objetivo final. Todavia, antes que isso aconteça, semanalmente, a UNP, na pessoa do pastor Francisco Silva, tem-se deslocado ao Parque de Campismo de Monsanto (onde os ex-reclusos estão alojados) para fazer uma reunião para este grupo de homens.

No entanto, foi na última terça-feira, dia 19 de maio, que todos eles tomaram a decisão mais importante das suas vidas: aceitar ao Senhor como o seu Único e Suficiente Salvador, entregando-se, desta forma, 100 por cento a Deus.

Muitos com penas que variavam entre os 12 e os 16 anos, tinham já as suas vidas acompanhadas no interior do estabelecimento prisional pelo trabalho da Igreja Universal do Reino de Deus (IURD).

Dentre estes, muitos viram as suas penas serem exponencialmente reduzidas, muito devido a terem aceitado receber a assistência espiritual da IURD, o que estimulou a sua fé e os levou a optar por escolherem a Deus no comando das suas vidas. A sua liberdade, desta feita, chegou em virtude da pandemia de covid-19, tal como aconteceu a mais de 2 mil reclusos em todo o país.

Com certeza, tratou-se de um dia muito especial, não só para os envolvidos, como para o Próprio Deus, pois a Bíblia refere em Lucas, capítulo 17, versículo 7, que:

“Digo-vos que assim haverá alegria no céu por um pecador que se arrepende, mais do que por noventa e nove justos que não necessitam de arrependimento.”